Flucitosina
Nomes comerciais:
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Ancobon®
Apresentações:
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Cápsulas: 250 mg e 500 mg.
Posologia:
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Adultos:
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Infecções fúngicas graves (ex.: candidíase sistêmica, criptococose): Dose usual de 50 a 150 mg/kg/dia, dividida a cada 6 horas.
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Crianças:
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Dose de 25 mg/kg/dia, dividida em doses a cada 6 horas.
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Administração:
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Ingerir as cápsulas com água. Administrar lentamente em pacientes com insuficiência renal para evitar acúmulo.
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Ajuste para insuficiência renal:
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CrCl >40 mL / minuto: Não é necessário ajuste de dosagem.
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CrCl 21 a 40 mL / minuto: 25 mg / kg / dose a cada 12 horas.
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CrCl 10 a 20 mL/minuto: 25 mg/kg/dose a cada 24 horas.
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CrCl <10 mL / minuto: 25 mg / kg / dose a cada 48 horas
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Ajuste para insuficiência hepática:
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Informação não especificada na bula do profissional.
Classe:
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Antifúngico.
Indicações:
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Tratamento de infecções graves causadas por Candida spp. e Cryptococcus neoformans, como septicemia, endocardite, infecções urinárias e meningite, geralmente em combinação com anfotericina B.
Contraindicações:
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Hipersensibilidade à flucitosina ou a qualquer componente da formulação.
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Deficiência de diidropirimidina desidrogenase (DPD), uma vez que o risco de toxicidade aumenta.
Efeitos Adversos:
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Comuns: Náusea, vômito, diarreia, dor abdominal.
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Graves: Depressão da medula óssea, hepatotoxicidade, reações de hipersensibilidade, arritmias e supressão respiratória.
Gestação:
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Categoria C. Deve ser utilizado somente se o benefício justificar o risco ao feto, devido ao potencial teratogênico.
Amamentação / Aleitamento:
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Não se sabe se é excretado no leite materno; recomenda-se cautela ao utilizá-lo em mulheres que estão amamentando.
Fontes:
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Bula do profissional de Saúde. Ancobon. Major Pharmaceuticals. Data de aprovação da bula: 2024(flucitosina fda 2024).
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Amamentação e uso de medicamentos e outras substâncias / Ministério da Saúde, Secretaria da Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas. – 2. ed. – Brasília : Editora do Ministério da Saúde, 2010.


