Haloperidol
Nomes comerciais:
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Haloper®, Haldol®, Halo®, Halo Decanoato®, Haldol Decanoato®
Apresentações:
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Haloperidol Convencional - ação rápida:
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Comprimidos de 1 mg e 5 mg e de 20 mg.
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Solução oral (gotas) de 2 mg/mL (0,1 mg / gota).
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Solução injetável Intramuscular de ação rápida contendo 5 mg/mL (ampolas de 1 mL).
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Haloperidol Decanoato - ação prolongada:
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Solução injetável Intramuscular contendo 70,52 mg/mL de decanoato de haloperidol (o que equivale a 50 mg/mL de haloperidol base), em ampolas ou frascos-ampola.
Posologia:
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As doses descritas a seguir são doses médias e devem ser adequadas de acordo com a resposta do paciente. Frequentemente, isto implica em titulação da dose para cima na fase aguda e redução gradual na fase de manutenção, a fim de determinar a dose mínima eficaz.
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Adultos:
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Haloperidol Convencional:
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Uso oral (comprimido ou gotas):
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Dose inicial de 0,5 a 2 mg, 2 a 3 vezes ao dia, podendo ser aumentada progressivamente em função da resposta terapêutica e da tolerabilidade.
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Dose de manutenção, entre 1 e 15 mg ao dia, deve, contudo ser reduzida até o nível mais baixo de efetividade.
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Pacientes idosos geralmente requerem doses menores.
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Pacientes gravemente perturbados ou inadequadamente controlados podem requerer, às vezes, posologia mais elevada.
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Em alguns casos a resposta ótima pode exigir dose diária acima de 100 mg, principalmente em pacientes de alta resistência. Entretanto, não está demonstrada a segurança de tais doses em administração prolongada.
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Uso Intramuscular:
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Injetar de 2,5 a 5 mg por via intramuscular. Repetir após cada hora, se necessário, embora intervalos de 4 a 8 horas sejam satisfatórios. Tão logo seja possível, esta via será substituída pela via oral.
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Obs: Indicada nos estados agudos de agitação psicomotora ou quando a via oral é impraticável.
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Haloperidol Decanoato:
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Considerações importantes:
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É recomendado para uso em pacientes psicóticos crônicos que requerem terapia antipsicótica parenteral. Estes pacientes devem ser previamente estabilizados com a medicação antipsicótica, antes de considerar a conversão para o Haloperidol decanoato.
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A resposta individual pode ser variável, portanto é necessário ajuste da dose de acordo com a resposta do paciente.
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A dose inicial individual dependerá da gravidade da sintomatologia e da quantidade de medicação oral necessária de manutenção, antes de iniciar o tratamento de depósito.
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Idosos e debilitados: pode ser utilizado nesse grupo, porém é recomendável iniciar o tratamento com doses baixas, por exemplo, 12,5-25 mg a cada 4 semanas, aumentando a dose apenas de acordo com a resposta do paciente.
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Uso Intramuscular:
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Aplicado por via intramuscular nas nádegas, uma vez ao mês (a cada 4 semanas).
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Deve ser administrada (mensalmente) uma dose correspondente a cerca de 20 vezes a dose oral diária de haloperidol, expressa em miligramas.
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De modo geral, na prática clínica, pode-se estabelecer que uma dose de 1 a 3 mL (50 a 150 mg) a cada quatro semanas é suficiente para condições psicóticas de grau leve a moderado. De acordo com a evolução dos sintomas, as doses podem ser aumentadas ou diminuídas nas injeções subsequentes.
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Crianças:
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Haloperidol Convencional:
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Uso oral (comprimido ou gotas):
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0,1 mg (1 gota) /3 kg de peso, duas vezes ao dia por via oral, podendo ser ajustada, se necessário.
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Se o paciente perder uma dose, ele deve tomar a próxima dose e continuar o tratamento normalmente.
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A segurança e eficácia das formulações orais de haloperidol em crianças abaixo de 6 anos não foram estabelecidas.
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Uso Intramuscular:
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Uso não recomendado em crianças.
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Haloperidol Decanoato:
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Uso não recomendado em crianças.
Ajuste para insuficiência renal:
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Haloperidol Convencional (comprimido ou gotas):
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A influência do comprometimento renal na farmacocinética do haloperidol não foi avaliada. Não é recomendado ajuste posológico, mas recomenda-se precaução ao tratar pacientes com insuficiência renal
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Haloperidol Convencional (intramuscular):
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A influência da insuficiência renal na farmacocinética do haloperidol não foi avaliada. Como menos de 3% do haloperidol administrado é eliminado inalterado na urina, não se espera que o comprometimento da função renal afete sua eliminação. Portanto, o ajuste da dose não é necessário em pacientes com insuficiência renal, mas recomenda-se cautela no tratamento de pacientes com insuficiência renal. Devido ao alto volume de distribuição do haloperidol e sua alta ligação às proteínas, apenas quantidades muito pequenas são removidas por diálise.
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Haloperidol Decanoato:
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A influência da insuficiência renal na farmacocinética do haloperidol não foi avaliada. Como menos de 3% do haloperidol administrado é eliminado inalterado na urina, não se espera que o comprometimento da função renal afete sua eliminação. Portanto, o ajuste da dose não é necessário em pacientes com insuficiência renal, mas recomenda-se cautela no tratamento de pacientes com insuficiência renal. Devido ao alto volume de distribuição do haloperidol e sua alta ligação às proteínas, apenas quantidades muito pequenas são removidas por diálise.
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Ajuste para insuficiência hepática:
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Haloperidol Convencional (comprimido ou gotas):
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A influência do comprometimento hepático na farmacocinética do haloperidol não foi avaliada. Como o haloperidol é extensamente metabolizado no fígado, recomenda-se reduzir pela metade a dose inicial e ajustar a dose com incrementos menores e a intervalos maiores do que em pacientes sem insuficiência hepática.
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Haloperidol Convencional (intramuscular):
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A influência da insuficiência hepática na farmacocinética do haloperidol não foi avaliada. No entanto, a insuficiência hepática pode ter efeitos significativos na farmacocinética do haloperidol, pelo fato de ser extensamente metabolizado no fígado. Portanto, recomenda-se ajuste posológico e cautela em pacientes com insuficiência hepática.
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Haloperidol Decanoato:
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A influência da insuficiência hepática na farmacocinética do haloperidol não foi avaliada. No entanto, a insuficiência hepática pode ter efeitos significativos na farmacocinética do haloperidol, pelo fato de ser extensamente metabolizado no fígado. Portanto, recomenda-se ajuste posológico e cautela em pacientes com insuficiência hepática.
Classe:
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Agente antipsicótico típico da série das butirofenonas (tranquilizante maior).
Indicações:
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Haloperidol Convencional:
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Indicado para quadros agudos e tratamento sintomático, como: delírios e alucinações na esquizofrenia aguda e crônica, confusão mental aguda, controle de agitação psicomotora (mania, demência, agressividade em idosos), movimentos coreiformes, Síndrome de Tourette e como agente antiemético (para náuseas e vômitos incoercíveis de várias origens).
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Haloperidol Decanoato:
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Indicado exclusivamente para o tratamento de manutenção em pacientes com esquizofrenia ou quadros psicóticos crônicos que já estão previamente estabilizados.
Contraindicações:
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Haloperidol Convencional:
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Estados comatosos, depressão do Sistema Nervoso Central (SNC) devido a bebidas alcoólicas ou outras drogas depressoras, Doença de Parkinson, hipersensibilidade ao haloperidol ou aos outros excipientes da fórmula, Demência com corpos de Lewy, Paralisia supranuclear progressiva.
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Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano.
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Haloperidol Decanoato:
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Estados comatosos, depressão do Sistema Nervoso Central (SNC) devido a bebidas alcoólicas ou outras drogas depressoras, Doença de Parkinson, hipersensibilidade ao haloperidol ou aos outros excipientes da fórmula, Demência com corpos de Lewy, Paralisia supranuclear progressiva.
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Uso contraindicado no aleitamento ou na doação de leite humano. Este medicamento é contraindicado durante o aleitamento ou doação de leite, pois é excretado no leite humano e pode causar reações indesejáveis no bebê.
Efeitos Adversos:
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Atenção:
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A bula do FDA traz um “Alerta de Risco Máximo” destacando o aumento do risco de mortalidade em pacientes idosos com psicose relacionada à demência (geralmente por causas cardiovasculares ou infecciosas, como pneumonia).
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Adverte fortemente para o risco de Síndrome Neuroléptica Maligna (SNM), discinesia tardia, prolongamento do intervalo QT e morte súbita. Entre os efeitos comuns, destacam-se os sintomas extrapiramidais severos (acatisia, distonia, parkinsonismo).
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Haloperidol Convencional:
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Comuns: Distúrbios extrapiramidais (como tremores, hipertonia, distonia, bradicinesia e acatisia) e hipercinesia. Sonolência, tonturas, dores de cabeça e distúrbios oftalmológicos. Perturbações gastrintestinais, incluindo obstipação, hipersecreção salivar, náuseas e vómitos.
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Raros (ou Incomuns/Frequência Desconhecida): Risco aumentado de mortalidade em doentes idosos com psicose associada à demência. Síndrome Neuroléptica Maligna, parkinsonismo e discinesia tardia (movimentos involuntários rítmicos da língua, face, boca ou maxilares, que podem surgir durante o tratamento prolongado). Prolongamento do intervalo QTc e arritmias ventriculares graves (incluindo Torsade de Pointes, fibrilação ventricular e morte súbita). Distúrbios do sistema sanguíneo e linfático, tais como agranulocitose, pancitopenia, trombocitopenia e leucopenia. Distúrbios endócrinos como hiperprolactinemia, que pode causar amenorreia, galactorreia ou disfunção erétil. Reações anafiláticas e hipoglicemia.
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Haloperidol Decanoato:
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Comuns: Distúrbios extrapiramidais manifestados maioritariamente através de tremores, parkinsonismo, sonolência, "fácies" em máscara (perda da expressão facial) e acatisia. Dor ou desconforto no local da injeção e aumento de peso.
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Raros (ou Incomuns/Frequência Desconhecida): Acinesia, hipertonia, distonia, rigidez em roda dentada e discinesia. Desenvolvimento de abscesso no local da injeção. Uma vez que o princípio ativo central é partilhado, o decanoato apresenta os mesmos alertas de segurança da formulação convencional para reações adversas graves. Estes incluem o risco de Síndrome Neuroléptica Maligna, discinesia tardia, prolongamento do intervalo QTc, arritmias graves e o aumento da mortalidade em doentes idosos com psicose relacionada com demência.
Gestação:
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Haloperidol Convencional e Decanoato:
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Recém-nascidos expostos a medicamentos antipsicóticos (incluindo haloperidol) durante o terceiro trimestre de gravidez correm o risco de apresentar sintomas extrapiramidais e/ou de retirada, que podem variar em gravidade após o parto. Estes sintomas em recém-nascidos podem incluir agitação, hipertonia, hipotonia, tremor, sonolência, dificuldade respiratória ou transtornos alimentares. Estudos em animais demonstraram efeito teratogênico do haloperidol.
Lactação:
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Haloperidol Convencional e Decanoato:
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O haloperidol é excretado no leite materno. Pequenas quantidades de haloperidol foram detectadas no plasma e na urina de recém-nascidos amamentados por mães tratadas com haloperidol.
Fontes:
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Bula do profissional de Saúde. Haldol decanoato. moksha8 Brasil Indústria e Comércio de Medicamentos Ltda. 22/06/2025. Disponível em: https://consultas.anvisa.gov.br/#/bulario/
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U.S. Food & Drug Administration (FDA). FDA Label. HALOPERIDOL DECANOATE. 06/12/2025. Available at https://nctr-crs.fda.gov/fdalabel/ui/search
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Bula do profissional de Saúde. Haldol. moksha8 Brasil Indústria e Comércio de Medicamentos Ltda. 15/12/2025. Disponível em: https://consultas.anvisa.gov.br/#/bulario/
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U.S. Food & Drug Administration (FDA). FDA Label. HALOPERIDOL Tablets. 2024. Available at https://nctr-crs.fda.gov/fdalabel/ui/search
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Bula do profissional de Saúde. Haloperisol. Fresenius Kabi Brasil Ltda. 23/03/2023. Disponível em: https://consultas.anvisa.gov.br/#/bulario/


