Losartana

Nomes comerciais

  • Cozaar® (Organon), Corus® (Aché), Aradois® (Biolab), Zart® (Eurofarma), Lorsacor® (Sandoz do Brasil), Arartan®, Cozaless®, Losacoron®, Lotanol®, Torlós®

Apresentações

  • Comprimidos revestidos de 25 mg, 50 mg e 100 mg, conforme o produto [2][6]
    • Embalagens variam conforme o fabricante: 14, 30, 60 ou 90 comprimidos são as mais comuns; algumas apresentações institucionais chegam a 450 comprimidos [6]
  • O Componente Básico da Assistência Farmacêutica do SUS padroniza a apresentação de 50 mg (comprimido) [3]

Posologia

  • Hipertensão (adulto): [1][2]
    • Dose inicial e de manutenção usual: 50 mg, 1 vez ao dia
    • Pode ser aumentada até o máximo de 100 mg, 1 vez ao dia, conforme resposta pressórica
    • Pacientes com depleção de volume intravascular (ex.: uso de altas doses de diuréticos): considerar dose inicial de 25 mg, 1 vez ao dia
    • Efeito anti-hipertensivo máximo alcançado em 3 a 6 semanas
  • Redução do risco de morbidade e mortalidade cardiovasculares em hipertensos com hipertrofia ventricular esquerda: [1][2]
    • Dose inicial usual: 50 mg, 1 vez ao dia
    • Adicionar hidroclorotiazida 12,5 mg/dia e/ou elevar losartana para 100 mg, 1 vez ao dia, conforme resposta pressórica
    • Se necessário, aumentar hidroclorotiazida para 25 mg/dia
  • Nefropatia em diabetes tipo 2 com proteinúria (relação albumina/creatinina urinária ≥300 mg/g e histórico de hipertensão): [1][2]
    • Dose inicial usual: 50 mg, 1 vez ao dia
    • Pode ser aumentada para 100 mg, 1 vez ao dia, conforme resposta pressórica
  • Insuficiência cardíaca: [2]
    • Dose inicial: 12,5 mg, 1 vez ao dia
    • Titulação semanal (12,5 mg/dia → 25 mg/dia → 50 mg/dia) até dose usual de manutenção de 50 mg, 1 vez ao dia, conforme tolerabilidade
  • Hipertensão pediátrica (≥6 anos, segundo a FDA): [1]
    • Dose inicial usual: 0,7 mg/kg, 1 vez ao dia (até 50 mg no total), ajustada conforme resposta pressórica
    • Doses acima de 1,4 mg/kg/dia (ou acima de 100 mg/dia) não foram estudadas em pediatria
    • Não recomendado em crianças menores de 6 anos ou com TFG estimada <30 mL/min/1,73 m²
  • Administração: [1][2]
    • Pode ser administrada com ou sem alimentos, sem efeito clinicamente significativo de refeição padrão sobre a concentração plasmática
    • Pode ser associada a outros agentes anti-hipertensivos
    • O comprimido revestido não deve ser partido, aberto ou mastigado, segundo a bula ANVISA
    • Dose esquecida: tomar assim que lembrar; se estiver próximo da próxima dose, pular a dose esquecida e manter o horário habitual, sem dobrar a dose
    • As fontes consultadas não dispõem de orientações específicas sobre substituição direta de outra classe de anti-hipertensivo pela losartana

Ajuste para Insuficiência Renal

  • Adulto: [1][2]
    • Não há necessidade de ajuste posológico inicial em insuficiência renal, incluindo pacientes em diálise
    • Em insuficiência renal leve (ClCr 50-74 mL/min) ou moderada (ClCr 30-49 mL/min), as concentrações plasmáticas e a AUC de losartana e do metabólito ativo aumentam de 50% a 90%, com redução de 55% a 85% na depuração renal
    • Nem losartana nem seu metabólito ativo são removidos por hemodiálise
  • Pediátrico: [1]
    • Não recomendado em pacientes pediátricos com TFG estimada <30 mL/min/1,73 m²
    • As fontes consultadas não dispõem de outras orientações específicas sobre ajuste renal pediátrico

Ajuste para Insuficiência Hepática

  • Adulto: [1][2]
    • Insuficiência leve a moderada: dose inicial recomendada de 25 mg, 1 vez ao dia
    • Em cirrose leve a moderada, a AUC de losartana aumenta cerca de 5 vezes e a do metabólito ativo cerca de 1,7 vez, em relação a voluntários saudáveis
    • Insuficiência hepática grave: a bula ANVISA contraindica formalmente o uso; a bula FDA declara apenas que o medicamento não foi estudado nessa população
  • Pediátrico: as fontes consultadas não dispõem de orientações específicas sobre ajuste em insuficiência hepática pediátrica

Classe

  • Antagonista dos receptores AT1 da angiotensina II (bloqueador do receptor de angiotensina II, BRA/ARA II); classe terapêutica anti-hipertensivos simples, agentes com ação no sistema renina-angiotensina (código ATC C09CA01) [3]

Farmacologia

  • Mecanismo de ação: [1][2]
    • A angiotensina II é o principal hormônio vasoconstritor do sistema renina-angiotensina e liga-se ao receptor AT1 em tecidos como músculo liso vascular, adrenais, rins e coração, desencadeando vasoconstrição e liberação de aldosterona
    • A losartana e seu metabólito ácido carboxílico ativo (E-3174) bloqueiam seletivamente o receptor AT1, sem atividade agonista parcial
    • O metabólito ativo é de 10 a 40 vezes mais potente que a losartana
    • Diferente dos IECA, a losartana não inibe a ECA (cininase II) nem altera a resposta à bradicinina
  • Farmacocinética: [1][2]
    • Absorção: biodisponibilidade sistêmica de aproximadamente 33%; pico plasmático da losartana em cerca de 1 hora e do metabólito ativo em 3 a 4 horas; sofre metabolismo de primeira passagem; alimentos não alteram significativamente a AUC
    • Distribuição: volume de distribuição de aproximadamente 34 L (losartana) e 12 L (metabólito ativo); ligação a proteínas plasmáticas ≥99%, principalmente albumina; atravessa pouco a barreira hematoencefálica em estudos com ratos
    • Metabolismo: cerca de 14% da dose é convertida no metabólito ativo; estudos in vitro indicam que as enzimas CYP2C9 e CYP3A4 participam da biotransformação da losartana em seus metabólitos, mas a conversão para o metabólito ativo é mediada principalmente pela CYP2C9, e não pela CYP3A4; também são formados metabólitos inativos
    • Eliminação: meia-vida terminal de cerca de 2 horas (losartana) e 6 a 9 horas (metabólito ativo); eliminação por vias renal e biliar; cerca de 4% é excretado inalterado na urina e 6% como metabólito ativo; não removidos por hemodiálise
    • Populações especiais:
      • Idosos: concentrações plasmáticas semelhantes às de hipertensos mais jovens, sem necessidade de ajuste
      • Sexo: concentrações plasmáticas de losartana cerca de 2 vezes maiores em mulheres, mas concentrações do metabólito ativo semelhantes entre os sexos
      • Insuficiência renal: AUC aumentada de 50% a 90% em insuficiência leve a moderada
      • Insuficiência hepática: AUC da losartana aumentada em cerca de 5 vezes e do metabólito ativo em cerca de 1,7 vez
      • Pediátrico (6 a 16 anos): farmacocinética geralmente semelhante à de adultos

Tipo de Receita

  • Receita simples, sem retenção de receita, regido pelas normas gerais de dispensação (Lei nº 5.991/1973 e RDC nº 44/2009, Boas Práticas Farmacêuticas) [4][5]

Indicações

  • Hipertensão arterial, em adultos [1][2]
    • A FDA aprova ainda o tratamento de hipertensão em pacientes pediátricos ≥6 anos [1]
  • Redução do risco de morbidade e mortalidade cardiovasculares (incidência combinada de morte cardiovascular, AVC e infarto do miocárdio) em hipertensos com hipertrofia ventricular esquerda; o estudo LIFE demonstrou que esse benefício não se aplica a pacientes negros [1][2]
  • Nefropatia em diabetes tipo 2 com proteinúria e histórico de hipertensão: retarda a progressão da doença renal (duplicação da creatinina sérica, doença renal terminal) e reduz a proteinúria [1][2]
  • Insuficiência cardíaca, quando o tratamento com IECA não é mais considerado adequado; não é recomendado substituir o IECA pela losartana em pacientes já estabilizados com a terapia atual [2]

Contraindicações

  • Hipersensibilidade à losartana ou a qualquer componente da fórmula [1][2]
  • Uso concomitante com alisquireno em pacientes com diabetes mellitus [1][2]
    • A bula ANVISA amplia essa contraindicação para pacientes com insuficiência renal (TFG <60 mL/min/1,73 m²) em uso de alisquireno [2]
  • Segundo e terceiro trimestres de gestação, conforme a bula ANVISA [2]
    • Divergência ANVISA/FDA: contraindicação formal presente apenas na bula ANVISA; a FDA trata o tema via tarja de alerta (boxed warning), sem incluir a gestação na seção formal de contraindicações
  • Insuficiência hepática grave, conforme a bula ANVISA [2]
    • Divergência ANVISA/FDA: ver nota na seção "Ajuste para Insuficiência Hepática"
  • Precauções relevantes (não contraindicações formais): histórico de angioedema, depleção de volume ou sódio, estenose de artéria renal bilateral ou de rim único, hiperaldosteronismo primário, estenose aórtica ou mitral, cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva, doença cardíaca coronariana e doença vascular cerebral [1][2]

Efeitos Adversos

  • Comuns:
    • Tontura, a reação mais frequente em hipertensão, hipertrofia ventricular esquerda, insuficiência cardíaca crônica e diabetes tipo 2 com doença renal [2]
    • Vertigem [2]
    • Anemia (em insuficiência cardíaca crônica) [2]
    • Hipotensão ortostática (em insuficiência cardíaca crônica e diabetes com doença renal) [2]
    • Astenia e fadiga (em hipertensão com hipertrofia ventricular esquerda e em hipertensão associada a diabetes tipo 2 com doença renal) [2]
    • Hipercalemia (comum com 150 mg em hipertensão; comum em diabetes tipo 2 com doença renal) [2]
    • Insuficiência renal e falência renal (em insuficiência cardíaca crônica) [2]
    • Hipoglicemia (em diabetes tipo 2 com doença renal) [2]
    • Aumento de ureia, creatinina sérica e potássio sérico (em insuficiência cardíaca crônica) [2]
    • Nos estudos da FDA para hipertensão, com incidência ≥2% e maior que placebo: tontura (3% vs. 2%), infecção respiratória superior (8% vs. 7%), congestão nasal (2% vs. 1%) e dor nas costas (2% vs. 1%) [1]
  • Incomuns:
    • Astenia e fadiga (em insuficiência cardíaca crônica) [2]
    • Sonolência, cefaleia, distúrbios do sono [2]
    • Palpitações, angina pectoris [2]
    • Dispneia, tosse [2]
    • Dor abdominal, constipação, diarreia, náusea, vômito [2]
    • Erupção cutânea, urticária, prurido [2]
    • Edema [2]
  • Raras:
    • Parestesia, síncope, fibrilação atrial, acidente vascular cerebral [2]
    • Reações de hipersensibilidade, reações anafiláticas, angioedema (incluindo edema de laringe e glote) e vasculite (incluindo púrpura de Henoch-Schönlein) [1][2]
    • Hepatite [1][2]
    • Aumento da alanina-aminotransferase, geralmente reversível com a descontinuação [2]
  • Desconhecidas/pós-comercialização:
    • Depressão, enxaqueca, disgeusia, zumbido [1][2]
    • Pancreatite, anormalidades no funcionamento do fígado [1][2]
    • Fotossensibilidade, eritrodermia [1][2]
    • Mialgia, artralgia, rabdomiólise [1][2]
    • Disfunção erétil ou impotência [2]
    • Mal-estar, hiponatremia, trombocitopenia [1][2]
    • Dor nas costas, infecção do trato urinário e sintomas semelhantes aos da gripe, relatados com maior frequência do que com placebo [2]

Interações Medicamentosas

  • Farmacodinâmicas:
    • Agentes que aumentam o potássio sérico (diuréticos poupadores de potássio como espironolactona, triantereno e amilorida; suplementos de potássio; substitutos do sal com potássio; medicamentos com trimetoprima): risco de hipercalemia; monitorar o potássio sérico [1][2]
    • Bloqueio duplo do sistema renina-angiotensina-aldosterona (associação com IECA, outro BRA ou alisquireno): maior risco de hipotensão, hipercalemia e piora da função renal, incluindo insuficiência renal aguda; uso combinado não recomendado, exceto sob supervisão de especialista com monitoramento constante; contraindicado com alisquireno em diabéticos [1][2]
    • Associação com IECA compromete a função renal; uso concomitante não recomendado [2]
    • AINEs, incluindo inibidores seletivos da COX-2: podem atenuar o efeito anti-hipertensivo e, em pacientes com função renal comprometida (idosos, hipovolêmicos, usuários de diuréticos), aumentar o risco de deterioração da função renal, geralmente reversível [1][2]
  • Farmacocinéticas:
    • Lítio: risco de aumento dos níveis séricos e toxicidade; monitorar a litemia [1][2]
    • Rifampicina: reduz a AUC da losartana e do metabólito ativo em cerca de 30% e 40%, respectivamente [1][2]
    • Fluconazol: reduz a AUC do metabólito ativo em cerca de 40% e aumenta a AUC da losartana em cerca de 70%; consequências clínicas não totalmente avaliadas [1][2]
    • Suco de toranja (pomelo): contém inibidores de enzimas CYP450 que podem reduzir a concentração do metabólito ativo, com possível redução do efeito terapêutico
      • Divergência ANVISA/FDA: interação mencionada apenas na bula ANVISA [2]
    • Não foram identificadas interações clinicamente relevantes com hidroclorotiazida, digoxina, varfarina, cimetidina, fenobarbital, cetoconazol e eritromicina [1][2]

Gestação

  • ANVISA: [2]
    • Categoria de risco na gravidez D
    • Contraindicada no segundo e terceiro trimestres de gestação; uso não recomendado no primeiro trimestre, salvo quando considerado essencial
    • Fármacos que atuam no sistema renina-angiotensina podem causar dano e morte ao feto em desenvolvimento; o oligoidrâmnio resultante pode associar-se a hipoplasia pulmonar e deformações ósseas fetais
    • Reações adversas neonatais potenciais: deformação craniana, anúria, hipotensão, insuficiência renal e morte
    • Quando a gravidez for confirmada, o tratamento deve ser descontinuado o mais rapidamente possível
    • Em caso de exposição no segundo ou terceiro trimestre, recomenda-se ultrassonografia para avaliação da função renal e do crânio fetal; recém-nascidos expostos devem ser observados quanto a hipotensão
  • FDA: [1]
    • Não utiliza mais o sistema de categorias alfabéticas de risco gestacional; apresenta resumo de risco e considerações clínicas
    • Tarja de alerta (boxed warning) para toxicidade fetal: fármacos que atuam no sistema renina-angiotensina no segundo e terceiro trimestres reduzem a função renal fetal e aumentam a morbidade e a mortalidade fetal e neonatal
    • O oligoidrâmnio pode associar-se a hipoplasia pulmonar e deformações esqueléticas; possíveis efeitos neonatais incluem hipoplasia do crânio, anúria, hipotensão, insuficiência renal e morte
    • Recomenda-se descontinuar o tratamento assim que a gravidez for detectada
    • Dados em animais: em ratas expostas do 15º dia de gestação ao 20º dia de lactação, observaram-se redução do peso corporal, atraso no desenvolvimento físico e comportamental, mortalidade e toxicidade renal nos fetos/neonatos, com efeito sobre o peso neonatal já a partir de 10 mg/kg/dia e os demais efeitos a partir de doses superiores a 25 mg/kg/dia

Lactação

  • ANVISA: uso não recomendado durante a amamentação, pois não há informações disponíveis sobre a excreção de losartana no leite humano; recomenda-se tratamento alternativo com perfil de segurança mais estabelecido, especialmente se o lactente for recém-nascido ou prematuro [2]
  • Sociedade Brasileira de Cardiologia: Efeito incerto. Orientar uso de outro anti-hipertensivo. [8]
  • FDA: não se sabe se a losartana é excretada no leite humano; níveis significativos de losartana e do metabólito ativo foram demonstrados no leite de ratas; pela possibilidade de efeitos adversos no lactente, a decisão de descontinuar a amamentação ou o medicamento deve considerar a importância do fármaco para a mãe [1]

Uso por Sonda Nasogástrica/Nasoenteral

  • Segundo diretriz de farmácia clínica do NHS Grampian (Reino Unido), os comprimidos de losartana podem ser triturados e dispersos em 10 mL de água para administração por sonda enteral com terminação gástrica, sem necessidade de pausa prolongada da dieta enteral antes ou depois da administração [7]
  • Para administração por sonda com terminação intrajejunal, a mesma diretriz recomenda monitorar o paciente quanto à perda de eficácia ou ao aumento de efeitos adversos, já que não há dados específicos sobre absorção por essa via [7]
  • A bula FDA descreve uma suspensão extemporânea de losartana potássica 2,5 mg/mL, preparada a partir de comprimidos de 50 mg dissolvidos em água purificada e em uma mistura de Ora-Plus®/Ora-Sweet SF®, com estabilidade de até 4 semanas sob refrigeração; essa formulação é voltada ao uso pediátrico nos EUA, não está disponível comercialmente no Brasil e não consta nas bulas nacionais [1]
  • Diante da ausência de formulação líquida comercial no Brasil, a trituração do comprimido revestido e a dispersão em água, conforme a orientação do NHS Grampian, é a alternativa tecnicamente mais referenciada para administração enteral, devendo a decisão ser sempre validada pela equipe de farmácia clínica e pelo prescritor [7]

Fontes

[1] U.S. Food & Drug Administration (FDA). FDA Label. LOSARTAN POTASSIUM Tablets. Granules Pharmaceuticals Inc. / Preferred Pharmaceuticals Inc. Revised: 7/2026. Disponível em: https://nctr-crs.fda.gov/fdalabel/ui/search 

[2] Bula do Profissional de Saúde. losartana potássica, comprimidos revestidos 50 mg. Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A. Aprovada/atualizada em 31/08/2026. Disponível em: https://consultas.anvisa.gov.br/#/bulario/ 

[3] InfoSUS. Losartana potássica. Disponível em: http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php/Losartana_pot%C3%A1ssica 

[4] BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Portaria SVS/MS nº 344, de 12 de maio de 1998. Aprova o Regulamento Técnico sobre substâncias e medicamentos sujeitos a controle especial. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/svs/1998/prt0344_12_05_1998_rep.html 

[5] BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução da Diretoria Colegiada RDC nº 20, de 5 de maio de 2011. Dispõe sobre o controle de medicamentos à base de substâncias classificadas como antimicrobianos. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2011/rdc0020_05_05_2011.html 

[6] LOSARTANA POTÁSSICA, comprimido revestido 50 mg. Geolab Indústria Farmacêutica S/A. V.07_07/2018. Disponível em: https://www.geolab.com.br/wp-content/uploads/2021/05/losartana-potassica-P.pdf 

[7] NHS Grampian. Guidelines For The Administration Of Medicines To Adults Via Enteral Tubes Within NHS Grampian, Version 3. Grampian Medicines Information Centre. Disponível em: https://www.nhsgrampian.org/globalassets/services/medicines-management/policies/guide_enteraltubea.pdf 

[8] Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial. Sociedade Brasileira de Cardiologia, 2020.