Pindolol
Nomes comerciais:
- VISKEN®.
Apresentações:
- Comprimidos de 5 mg e 10 mg.
Contraindicações:
- Asma brônquica;
- Insuficiência cardíaca refratária a digitálicos;
- Cor pulmonale;
- Bradicardia acentuada;
- Bloqueio atrioventricular de 2º ou 3º graus.
Eventos adversos:
- Tontura, fadiga, cãibras musculares, tremor, náuseas, dor de cabeça e dificuldades relacionadas com o sono.
- No caso de pacientes diabéticos, o aparecimento de excesso de suor deve ser imediatamente comunicado ao médico, pois este sintoma é indicativo de queda abaixo do normal do açúcar no sangue.
Na gestação:
- Categoria de risco: B. No tratamento de mulheres grávidas com hipertensão demonstrou-se que o medicamento é eficaz e bem tolerado sem causar efeitos desfavoráveis no feto, exceto, em raras ocasiões, bradicardia ou hipoglicemia no recém-nascido, como possível conseqüência do bloqueio beta-adrenérgico.
Na amamentação:
- Pindolol passa em quantidades pequenas para o leite materno, mas é improvável que afete a criança, quando são usadas doses terapêuticas.
Uso por Sonda Nasogástrica/Nasoenteral
- Outras considerações: Caso o paciente necessite de anestesia geral, o médico deve ser imediatamente informado de que o paciente está sob tratamento com pindolol.
- Como pode ocorrer tontura ou fadiga durante o início do tratamento com pindolol, os pacientes devem ter cuidado ao dirigir veículos e/ou operar máquinas.
- Apesar de pindolol produzir menos depressão na função miocárdica em repouso do que betabloqueadores sem ASI, pacientes com insuficiência cardíaca incipiente ou manifesta devem ser digitalizados convenientemente antes do tratamento com pindolol.
- É menos provável que o pindolol produza hiperexcitabilidade de rebote dos betareceptores após cessação abrupta do tratamento crônico, do que betabloqueadores sem ASI. Todavia, se for considerada necessária a interrupção do tratamento, é aconselhável a redução progressiva da dose de pindolol.
- Se pacientes com feocromocitoma forem tratados com betabloqueadores, estes devem ser sempre administrados com um alfabloqueador.
- Em insuficiência renal grave, somente em casos excepcionais foi observada piora adicional da função renal pelo tratamento com pindolol.
- O tratamento com betabloqueadores freqüentemente está associado com um agravamento dos sintomas pré-existentes de doença vascular periférica.
- Deve-se ter cuidado quando betabloqueadores são administrados a pacientes recebendo tratamento antidiabético, uma vez que a hipoglicemia durante jejum prolongado pode ocorrer e alguns dos seus sintomas (taquicardia, tremor), mascarados.


