Pravastatina

Nomes comerciais:

  • Pravastatina sódica (somente genérico).

Apresentações:

  • Comprimido simples de 10 mg, 20 mg e 40 mg.

Contraindicações:

  • Alergia a qualquer componente da medicação;
  • Doença ativa do fígado;
  • Mulheres grávidas e que estiverem amamentando, pois o colesterol e seus produtos são componentes essenciais para o desenvolvimento do feto e na composição do leite materno;
  • Mulheres com potencial para engravidar, pois há risco ao feto com o uso de pravastatina.

Eventos adversos:

  • Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes): tontura, dor de cabeça, distúrbios do sono, insônia, alterações na visão (incluindo visão turva e visão dupla), dispepsia/azia, dor abdominal, enjoo/ vômito, prisão de ventre, diarreia, gases, coceira, rash, urticária, anormalidades do couro cabeludo/ cabelo (incluindo queda de cabelo), micção anormal, disfunção

sexual, cansaço.

Na gestação:

  • Categoria de risco: X. A pravastatina é contraindicada durante a gravidez e deve ser administrada a mulheres em idade fértil somente quando estas pacientes não são susceptíveis a gravidez e foram informadas do risco potencial.

Na amamentação:

  • Pravastatina é contraindicada durante a amamentação.

Uso por Sonda Nasogástrica/Nasoenteral

  • Comprimido é permitido. Procedimento: triturar comprimido, diluir em 10 mL de água filtrada, pausar a dieta, lavar a sonda, administrar medicamento, lavar novamente a sonda e reiniciar a dieta.
  • Outras considerações: Em crianças antes da puberdade, o risco/benefício do tratamento deve ser cuidadosamente avaliado por médicos antes do início do tratamento.
  • Os inibidores da HMG-CoA redutase podem causar anormalidades no funcionamento do fígado e dos músculos. A associação da pravastatina com fibratos não é recomendada.
  • Foram reportados casos muito raros de uma miopatia necrosante imunomediada (IMNM - alteração muscular devida a anticorpos), durante ou após o tratamento com algumas estatinas.
  • A pravastatina não deve ser usada junto com medicamentos com ácido fusídico ou dentro de 7 dias após parar o tratamento com ácido fusídico.
  • Os casos excepcionais de doença intersticial pulmonar têm sido relatados com algumas estatinas, especialmente com a terapia de longo prazo.
  • Algumas evidências sugerem que as estatinas, em alguns pacientes, com alto risco de diabetes no futuro, podem produzir hiperglicemia.