Repaglinida

Nomes comerciais:

  • Novonorm® , Diaglinida®

Apresentações:

  • Comprimido: 0,5 mg, 1 mg ou 2 mg.

Contraindicações:

  • Tem alergia conhecida à repaglinida ou a qualquer um dos componentes do produto;
  • Tem diabetes tipo 1;
  • Apresenta cetoacidose diabética;

Eventos adversos:

  • Dor abdominal;
  • Náusea;
  • Diarréia;
  • Vômito;
  • Constipação
  • Distúrbios visuais;
  • Aumento das enzimas hepáticas;
  • Disfunção hepática grave.

Na gestação:

  • Contraindicado, não existem estudos da repaglinida em grávidas.

Na amamentação:

  • Contraindicado, não existem estudos da repaglinida em lactantes.

Outras considerações:

  • O uso concomitante de genfibrozila e de repaglinida deve ser evitado.
  • Entretanto, se a combinação for considerada necessária, os níveis de glicose no sangue devem ser cuidadosamente controlados, uma vez que pode ser necessária a diminuição na dose de repaglinida.
  • A repaglinida deve ser prescrita se não ocorrer o controle da glicemia e se os sintomas de diabetes persistirem apesar da dieta e exercícios físicos.
  • A repaglinida, assim como outros secretagogos de insulina, é capaz de causar hipoglicemia. O tratamento combinado está associado a um aumento do risco de hipoglicemia.
  • Pode ocorrer perda do controle glicêmico quando um paciente estabilizado pelo uso de qualquer hipoglicemiante oral é exposto a estresse, tal como febre, trauma, infecção ou cirurgia. Nestes casos, poderá ser necessário descontinuar a repaglinida e tratar com insulina temporariamente.
  • O efeito redutor da glicose sanguínea dos hipoglicemiantes orais diminui em muitos pacientes ao longo do tempo. Isto pode ser devido à progressão da gravidade do diabetes ou à diminuição da resposta ao produto. O fenômeno é conhecido como falha secundária, que se diferencia da falha primária, na qual o fármaco não é eficaz num determinado paciente na primeira administração.
  • Ajuste de dose e adesão à dieta e aos exercícios devem ser avaliados antes de classificar a reposta de um paciente como uma falha secundária.
  • Em pacientes debilitados ou desnutridos as doses de início e de manutenção devem ser bem estabelecidas e uma titulação cuidadosa da dose é necessária para evitar reações hipoglicêmicas.