Tansulosina

Nomes comerciais:

  • Omnic ocas®, Stub®, Tamsulon®, Tasulil®, Usoleg®, Rettan®.

Apresentações:

  • Cápsula gelatinosa de liberação prolongada de 0,4 mg;
  • Comprimido revestido de liberação prolongada de 0,4 mg.

Contraindicações:

  • Hipersensibilidade ao cloridrato de tansulosina, incluindo angioedema induzido pelo medicamento, ou a qualquer componente da fórmula;
  • Histórico de hipotensão ortostática;
  • Insuficiência hepática grave;
  • Uso concomitante com inibidores potentes da CYP3A4, como o cetoconazol.

Eventos adversos:

  • Reações comuns (> 1/100 e <1/10): tontura, distúrbios da ejaculação, incluindo ejaculação retrógrada e falha na ejaculação.
  • Reações incomuns (> 1/1.000 e < 1/100): cefaleia, palpitações, hipotensão ortostática, rinite, constipação, diarreia, náusea e vômitos, erupção cutânea, prurido, urticária e astenia.
  • Reações raras (>1/10.000 e < 1/1000): síncope, edema angioneurótico.

Na gestação:

  • Este medicamento não é indicado para uso em mulheres.

Na amamentação:

  • Este medicamento não é indicado para uso em mulheres.

Outras considerações:

  • Assim como ocorre com outros antagonistas de receptores alfa-1 adrenérgicos, durante o tratamento com cloridrato de tansulosina pode ocorrer diminuição da pressão arterial que, em casos excepcionais, pode levar a ocorrência de síncope.
  • Antes de se iniciar o tratamento com cloridrato de tansulosina, o paciente deve ser submetido a exames, a fim de excluir a presença de outras condições que possam causar os mesmos sintomas que a hiperplasia prostática benigna.
  • Em alguns pacientes em tratamento, ou que haviam sido tratados anteriormente com cloridrato de tansulosina, durante a realização da cirurgia de catarata e glaucoma, foi observada a ocorrência da Síndrome Intraoperatória da Íris Frouxa (IFIS), que é uma variante da Síndrome da Pupila Pequena.
  • O cloridrato de tansulosina deve ser usado com precaução em combinação com inibidores moderados da enzima CYP3A4, por exemplo, a eritromicina.
  • Transtornos de ejaculação são observados em estudos clínicos com tansulosina de curto e longo prazo. Eventos de transtornos de ejaculação, ejaculação retrógrada e falha na ejaculação são relatados na fase pós-comercialização.
  • Insuficiência renal grave (depuração de creatinina <10 mL/min): o tratamento deve ser feito com cautela, uma vez que não há estudos com tais pacientes.