Valsartana
Nomes comerciais:
- Diovan®, Aval®, Brasart®, Bravan®, Valsacor®, Aracor®, Vartaz®, Diobrate®, Velitron®, Arterox®, Teuvart®, Presconeo®.
Apresentações:
- Comprimidos revestidos de 40 mg, 80 mg, 160 mg e 320 mg.
Contraindicações:
- Hipersensibilidade conhecida à valsartana ou a qualquer dos excipientes de valsartana;
- Uso concomitante de bloqueadores de receptores de angiotensina – incluindo valsartana – ou inibidores da enzima conversora de angiotensina (IECAs) com alisquireno em pacientes com diabetes tipo 2;
- Este medicamento é contraindicado para uso por lactantes;
- Este medicamento é contraindicado durante a gravidez.
Eventos adversos:
- Tontura, tontura postural;
- Hipotensão, hipotensão ortostática;
- Disfunção e insuficiência renal;
- Os seguintes eventos também foram observados durante os estudos clínicos em pacientes com pós-infarto do miocárdio e/ou insuficiência cardíaca desconsiderando sua associação causal com o medicamento em estudo: artralgia, dor abdominal, dor nas costas, insônia, diminuição da libido, neutropenia, edema, faringite, rinite, sinusite, infecção do trato respiratório superior, infecções virais.
Na gestação:
- Categoria de risco: D. O fármaco demonstrou evidências positivas de risco fetal humano. Como qualquer fármaco que atua diretamente sobre o SRAA, valsartana não deve ser usado durante a gravidez.
Na amamentação:
- Não se sabe se a valsartana é excretada no leite humano. A valsartana foi excretada no leite de ratas lactantes. Portanto, não se recomenda o uso de valsartana em lactantes.
Uso por Sonda Nasogástrica/Nasoenteral
- Comprimido é permitido. Procedimento: triturar comprimido, diluir em 15 mL de água filtrada, pausar a dieta, lavar a sonda, administrar medicamento, lavar novamente a sonda e reiniciar a dieta.
Outras considerações:
- Em pacientes com depleção grave de sódio e/ou hipovolemia, como nos que estejam recebendo altas doses de diuréticos, pode ocorrer, em casos raros, hipotensão sintomática após o início da terapêutica com valsartana.
- A administração de valsartana por curto prazo a doze pacientes com hipertensão renovascular, secundária a estenose de artéria renal unilateral, não induziu qualquer alteração significativa na hemodinâmica renal, na creatinina sérica ou na ureia nitrogenada sanguínea (UNS).
- Nenhum ajuste de dose é necessário em pacientes com insuficiência renal.
- Não é necessário ajuste de dose em pacientes com insuficiência hepática.
- Pacientes com insuficiência cardíaca ou em tratamento do pós-infarto do miocárdio que utilizam valsartana normalmente apresentam alguma redução na pressão arterial, mas a descontinuação da terapêutica devida a uma hipotensão sintomática persistente não é usualmente necessária quando a posologia correta é seguida.
- Em pacientes tratados com valsartana tem sido reportado angioedema, incluindo inchaço de laringe e glote, levando a obstrução das vias áreas e/ou inchaço de face, lábios, faringe e/ou língua.
- É necessário precaução na coadministração de bloqueadores de receptores de angiotensina (BRAs), incluindo valsartana, com outros agentes inibidores do sistema renina-angiotensina, como IECAs ou alisquireno.


