Sífilis no adulto
Considerações
- Etiologia:
- Treponema pallidum.
- Diagnóstico:
- É necessário 2 testes diferentes positivos.
- FTA-Abs (treponemico): positiva primeiro.
- VDRL (não-treponemico): positiva em 1-3 semanas.
- Convocar parceiro(a) em caso de suspeita e/ou confirmação.

Formas
Sífilis recente:
- Primária
- Cancro duro: ulcera única, indolor, que desaparece.
- Secundária
- Condiloma plano (palma e planta), lesão cutaneomucosa não ulcerada (roséola, sifilides, madarose).
- Latente recente
- < 1 ano.
Sífilis tardia:
- Terciária
- Goma, tabes dorsalis e aneurisma aórtico.
- Latente tardia ou com duração ignorada
- > 1 ano ou indeterminada.
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Sífilis recente
- Sífilis recente: primária, secundaria e latente recente.
- Penicilina benzatina 1,2 milhões UI
- Aplicar 1 amp em cada glúteo, IM, dose única (Total: 2,4 milhões UI)
Sífilis tardia
- Sífilis tardia: terciária, latente tardia e latente com duração ignorada.
- Penicilina benzatina 1,2 milhões UI
- Aplicar 1 amp em cada glúteo (2 amp), IM, 1x/semana, por 3 semanas (Total: 7,2 milhões UI).
Controle de cura
Solicitar teste não treponêmico (VDRL) a cada 3 meses (ou a cada 1 mês na gestação).
- Resposta adequada:
- Queda ≥ 2 diluições
- Em até 6 meses para sífilis recentes
- Em até 12 meses para sífilis tardias
- Necessidade de retratamento:
- Mantém titulação após tratamento adequado
- Em até 6 meses para sífilis recentes
- Em até 12 meses para sífilis tardias
- Aumento em ≥ 2 diluições
- Persistência ou recorrência de sinais e sintomas.
Esquema de tratamento (tabela)

Referências
- Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral às Pessoas com Infecções Sexualmente
Transmissíveis – IST [recurso eletrônico] / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento
de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. – Brasília : Ministério da Saúde, 2022.
- Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral às Pessoas com Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST)/Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. – Brasília : Ministério da Saúde, 2020.


